Seja Bem-vindo! Hoje é Sábado, 29 de Abril de 2017
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Por: Flávio Gikovate. Foto: Reprodução

Sempre me surpreendo quando ouço alguém dizer que é pessoa muito sincera e que, por isso, fala tudo aquilo que pensa a respeito das outras. Penso que algumas criaturas sinceras costumam falar mais livremente de si mesmas e de suas mazelas: com os outros é bom agir com cautela!
Falar tudo o que pensa acerca de outra pessoa sem ter sido consultado é, no mínimo, deselegante. Na maior parte dos casos, é agressivo. É curioso observar que as pessoas ditas sinceras, que se sentem à vontade para falar das outras, raramente dizem palavras elogiosas a elas.
Criticar e falar mal dos outros não é sinal de boa autoestima; falar bem de si mesmo também não o é. Delicadeza e discrição são bons sinais. Muitas são as vezes em que as críticas, mesmo quando verdadeiras, são uma forma sutil de manifestação invejosa daquele que está falando mal.
Só deveríamos falar algo a respeito do outro se formos insistentemente solicitados: E convém verificar se ele está mesmo pronto para ouvir!

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04-08-2015 | 14h50min
Seja bem-vindo, Zé Dirceu!


por: Dante Mendonça. (Foto: Reprodução)

Foi uma segunda-feira atípica. Normalmente com o humor agravado pela bruma, nesta segunda o curitibano amanheceu com sua alva bunda virada para o sol e o sorriso escancarado: José Dirceu de volta à cidade. E para ficar, segundo dizem lá no alto de Santa Cândida. Como já contamos aqui, Zé Dirceu conhece Curitiba pelas mãos de sua ex-mulher Clara Becker, com quem casou na clandestinidade usando o nome falso de Carlos Henrique Gouveia de Mello. Diz uma velha lenda que ainda corre de ponta a ponta na Avenida Manoel Ribas, que o cardeal petista teria sido hóspede de Adolfo Becker, tio de Clara, um dos mais poderosos bicheiros de Curitiba na década de 70.

Pode ser verdade, pode não ser. No entanto, alguns moradores das Mercês juram que em plena ditadura militar um vulto em movimento volta e meia era visto entrando e saindo na mansão da família Becker. O mesmo vulto que atravessava sorrateiro o portão e disparava num automóvel. Aquele misterioso cuco que botava e tirava a cabeça pra fora na janela do sótão dos Becker seria mesmo o Zé Dirceu que é hóspede do juiz Sérgio Moro?

Bem-vindo, José Dirceu! Seja bem-vindo ao agosto que mal começou. Para o mês de cachorro louco o 5 estrelas de Santa Cândida promete uma temporada inesquecível. Além dos hospedes já conhecidos, a Polícia Federal tem reservado acomodações para outras celebridades da República. Para passar o tempo, sugere-se brincar de “quente e frio” com os delatores do Lava-Jato:

- Está frio! (se estiver longe)
- Está muito frio! (se estiver muito longe)
- Está congelando! (se estiver se afastando muito)
- Está morno! (se estiver se aproximando)
- Está quente! (se estiver perto)
- Está fervendo! (se estiver muito perto)
E se alguém tocar no Lula, deve-se gritar: Queimou!

Bem-vindo, Zé Dirceu! Pena que este inverno tenha se apresentado assim tão mixuruca - com temperaturas bem do agrado dos baianos da Odebrechet -, mas em compensação Curitiba está mais risonha do que nunca, e por dois bons motivos: Não é sempre que a cidade pode hospedar dois grandes astros por tantos dias seguidos: o Sol e o Pixuleco.  

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28-07-2015 | 14h25min
Construir a família


por: Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger. (Foto: Divulgação)

Antes de muitas análises e reflexões, cabe logo a pergunta: o que Deus tem a nos dizer sobre a família? Qual é a sua vontade a respeito dela? O Eclesiástico, livro escrito duzentos anos antes de Cristo, nos convida a servir nossos pais na alegria e a orar por eles, e nos adverte: "Quem honra o pai, expia os pecados; quem glorifica a mãe, é como se acumulasse tesouros" (Eclo 3,3).

Escrevendo aos cristãos da cidade de Colossos, o apóstolo Paulo lembrou-lhes as virtudes necessárias na vida de um discípulo de Cristo - virtudes que são essenciais no ambiente familiar: a compaixão, a bondade, a humildade, a mansidão, a paciência, o perdão, o amor, a paz e a gratidão (cf. Cl 3,12-15).

Jesus, o Filho de Deus, submetendo-se a José e a Maria, nos ensina que a transformação das pessoas e do mundo não se realiza por atos de orgulho e dominação, mas pela humilde obediência à vontade do Pai que está nos céus. Ele quis que Jesus vivesse numa família e nela crescesse "em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens" (Lc 2,52). Foi na família de Nazaré, escola de amor e compreensão, que Jesus se preparou para a sua missão.

Iluminados pela Palavra de Deus, temos agora melhores condições de responder à pergunta: Quais as características que a família de hoje deve ter para preparar adequadamente crianças e jovens para a vida?

Em primeiro lugar, ela tem como missão ajudar cada um a crescer como ser humano. Numa sociedade que facilmente nos transforma em robôs, a família apresenta-se como um importante centro de personalização. É nela que cada qual é acolhido como ser único e insubstituível, como ser livre, consciente e responsável.

Outro papel da família: ser evangelizadora, isto é, educadora da fé. Do ponto de vista cristão, ela tem como missão ensinar que Deus é Pai - um Pai que por amar infinitamente cada filho e filha quer vê-los vivendo na justiça, na fraternidade e no amor. Ele não aceita uma vida conduzida pelo egoísmo, tanto assim que seremos julgados pela lei do amor. Filhos do mesmo Pai, somos irmãos; ora, essa fraternidade deve manifestar-se por meio de gestos concretos de doação e solidariedade, especialmente voltados para aqueles que, morando ao nosso lado, sob o mesmo teto, são o nosso "próximo". Cabe à família descobrir formas de celebrar sua fé, procurar momentos para se unir em torno da Bíblia e relacionar-se com Deus pela oração. "A família que reza unida, permanece unida".

É missão da família preparar os filhos para a vida na sociedade. É na família que a criança aprende as leis básicas do comportamento social e o jovem desenvolve seu espírito crítico, descobrindo a diferença entre o bem, que deve ser buscado, e o mal, que deve ser evitado. Em seu interior, o diálogo é essencial, pois aproxima pessoas de idades, temperamentos, jeitos e gostos diferentes.

Formar pessoas, evangelizar e construir a sociedade. Trata-se de uma missão difícil para a família? Certamente! Isso prova que Deus tem altos planos para nós. Ele, que é Pai, ao mesmo tempo que faz nascer em nosso coração belos sonhos, possibilita sua concretização com a sua graça. Mais: pelo sacramento do matrimônio, torna a presença de Seu Filho Jesus uma realidade concreta nos lares que o procuram, buscam a sua bênção e o aceitam como Senhor.

 

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Foto: Reprodução

Embora não seja regra absoluta, não podemos negar que nossa infância e primeiras experiências afetivas podem influenciar na maneira como lidamos com os relacionamos posteriores e na leitura que temos das coisas que acontecem ao nosso redor.

As boas e más experiências infantis afetam sim nossa qualidade de vida quando adultos. Influenciam também, depois, em como trataremos nossos filhos tanto do ponto de vista do afeto quanto do enfrentamento de adversidades. Agiremos reproduzindo os comportamentos que conhecemos ou seremos diferentes?

Abaixo, estão descritas 5 feridas emocionais segundo a especialista em comportamento canadense Lisa Bourbeau. Para a autora, são elas algumas das mais determinantes nas dificuldades de relacionamentos que as pessoas podem carregar ao longo da vida adulta posterior.

1- O medo do abandono

Um dos medos frequentes nas crianças é o medo da ausência de seus pais, o medo do abandono. A criança, nos primórdios de sua vida, ainda não consegue separar fantasia de realidade, e, por também não conseguir quantificar o tempo, entente que as ausências podem ser sinônimos do abandono absoluto.

Se a aprendizagem dessa separação necessária já é complexa em ambientes onde os pais lidam com o fato com tranquilidade, no caso de pessoas que tiveram experiências de negligência na infância, as marcas deixadas podem acarretar um medo de solidão e rejeição contínuos todas as vezes em que a pessoa não tiver perto de si (fisicamente) a pessoa amada.

A ferida causado pelo abandono não é fácil de curar. A pessoa saberá que está curada quando os momentos de solidão não forem vistos como desamor e rejeição, e, dentro de si, existirem diálogos positivos e esperançosos.

2- O medo da rejeição

É uma ferida profunda que é formada quando, durante o desenvolvimento, a criança não se sentiu suficientemente amada e acolhida pelas figuras de referência que estavam ao seu redor assim como, posteriormente, pode ser afetada também por rejeições em ambiente escolar.

Como a pessoa, no começo, forma sua identidade a partir da maneira como é tratada, se ela for desvalorizada e depreciada constantemente, pode internalizar em si uma autoimagem de que não é merecedora de afeto e de que não possui atributos suficientes para ser aceita em sociedade.

O rejeitado passa, então, a rejeita-se, e, na idade adulta, muitas vezes, mesmo frente ao sucesso e obtento bons resultados, essa pessoa pode apresentar grande fragilidade frente a qualquer crítica que exponha seus medos internos de insucesso.

3- A humilhação

Esta ferida é gerado no momento em que sentimos que os outros nos desaprovam e criticam. Podemos criar esses problemas em nossos filhos dizendo-lhes que eles são estúpidos, maus ou mesmo exagerando em comparações; isso destrói a criança e sua autoestima.

Uma pessoa criada em um ambiente assim pode desenvolver uma personalidade exageradamente dependente. Outra possibilidade é o desenvolvimento da “tirania” também em si, um mecanismo de defesa em que a pessoa passa a humilhar aos outros para se sertir mais valorizada.

4- Traição ou medo de confiar

Uma criança que se sentiu repetidamente traída por um de seus pais, principalmente quando o mesmo não cumpria as suas promessas, pode nutrir uma desconfiança que, mais tarde, pode ser transformada em inveja e outros sentimentos negativos. Quem não recebe o que foi prometido pode não se sentir digno de ter os que os outros têm.

Pessoas que passaram por isso desenvolvem uma tendência maior a tentar controlar tudo e todos ao redor em uma tentativa de trazer para si o comando de variáveis que, antigamente, faziam com que se sentissem preteridas e injustiçadas. Quando perdem o controle ficam nervosas e sentem-se perdidas.
5- Injustiça

A ferida da injustiça surge a partir de um ambiente no qual os cuidadores primários são frios e autoritários. Na infância, quando existe uma demanda além da capacidade real da criança, ela pode ter sentimentos de impotência e inutilidade que depois pode carregar ao longo dos anos.

Em ambientes assim, a criança pode desenvolver um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo como tentativa de minimizar os erros e as cobranças. Soma-se a isso a incapacidade de tomar decisões com confiança. Tradução livre por Josie Conti
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30-04-2015 | 20h11min
Artigo: O Valor à Vida


Sobre a execução capital de brasileiros na Indonésia. Por: Agnaldo Lima/Foto: Divulgação

O ser humano parece ter adquirido um anticorpo que lhe anestesia a mente quando se trata de matar ou ver morrer alguém. O desrespeito à vida tornou-se tão familiar à boa parte da humanidade que, ver ou saber da morte de um homem, uma mulher, ou uma criança, tornou-se tão normal como se acha normal a matança de um animal para uma grande festa. A morte (matar ou morrer) está na natureza humana, assim como está a vida com todas as suas benesses e armadilhas.

Quem vai à Indonésia levando “droga” na bagagem, sabe exatamente por que o faz. E quando o faz está mais do que consciente dos perigos que esse ato envolve. Assim não fosse, não teria que esconder “a mercadoria” para não ser pego pela polícia de imigração. Quem o faz, segundo o meu ponto de vista, fá-lo por ganância e por amor ao dinheiro fácil, sem sequer levar em consideração que estará a destruir a vida de seres humanos, às vezes de famílias inteiras. E sem nenhum remorso.

A Indonésia é um país soberano e deve saber muito bem com que problemas tem que lidar diariamente e por isso criou a sua forma de defesa.

Com todo o respeito que tenho pela Vida e à Vida, afirmo: não vou choramingar a morte de um brasileiro que representou o meu país, lá fora, de forma tão negativa, assim como não choramingarei a morte de qualquer cidadão de outra nacionalidade, quando o seu objetivo nesse planeta for o de destruir vidas e lançar o terror no seio das famílias, das comunidades, dos mais fracos e menos favorecidos.

Todos sabemos que a “ação gera reação” e a explicação de tudo é tão simples quanto isso. Aos contraventores, após exterminados pelas leis dos homens ou pela própria Natureza, atiro uma rosa ao mar, acendo uma vela e faço-lhes uma oração, pois até o pior dos criminosos é digno de perdão. 

Por: Agnaldo Lima - Brasileiro/Baiano - Residente na cidade de Querluz-Portugal

Queluz, 29 de Abril de 2015.


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Foto: Nete Freitas/Brumado Verdade

Os cenários político e econômico indicam que o ano de 2015 será muito difícil: Juros, dólar e inflação em alta. Do ponto de vista dos investidores e de empresários, a desconfiança sobre o futuro do país é quase unânime. Hoje (06/03) foi divulgada lista de políticos que serão investigados pelo STF – Supremo Tribunal Federal, e a mesma envolve o alto escalão do Senado e da Câmara de Deputados. Em resumo, tudo conspira contra o crescimento econômico. Assim, caso não surjam mudanças econômicas eficazes e  que o cidadão volte a acreditar na capacidade da Presidente Dilma Rousseff em continuar administrando o País, teremos uma onda de demissões em todos os setores.

Seguem algumas sugestões para enfrentar eventuais momentos de turbulências que se avizinham:

        1) Faça diferença e demonstre que você é imprescindível na sua empresa;

         2) Busque especializar-se em atendimento e em vendas;

         3) Reduza ao máximo as suas despesas e adie as que podem esperar, pois o cenário é de incertezas;

         4) Combata todo e qualquer desperdício. Tenha orçamento doméstico realista e com clareza das    receitas e despesas;

         5) Tenha o Plano B, caso venha a ser demitido.

Um bom planejamento requer, no mínimo, três cenários: o pior, o melhor e o intermediário. É bom que você se prepare para o pior, uma vez que, caso ele não ocorra, você deverá estar em melhores condições para aproveitar uma das outras duas opções restantes.

*professor e escritor, natural de Brumado.

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06-04-2015 | 23h05min
Exercendo a Democracia!


Por Jordan Bezerra. Foto: Reprodução.

Diante dos protestos ocorridos nas principais capitais do Brasil, em 15 de Março, onde manifestantes reivindicaram o fim da corrupção, a reforma política e o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), precisamos avaliar, com maturidade e responsabilidade, a conjuntura política e econômica do país. Essa análise é fundamental porque está em jogo  o futuro da pátria brasileira.  

O período econômico do país é extremamente complicado, haja vista os recentes aumentos nos combustíveis, na energia e na inflação, que geraram uma tremenda insatisfação em grande parte da sociedade. Entretanto, há alguns políticos infiltrando-se nos protestos só para advogar em causa própria. Fiquemos atentos! Mas, na opinião da jornalista Edlene Bezerra, da cidade Santana dos Garrotes-PB, é preciso a pressão das ruas para que haja a reforma política. O que o Brasil precisa é de reforma política, meus caros! Se eles, os [políticos] não fazem , irão fazer mediante a solicitação das ruas, mas se ficarmos na inércia será difícil ocorrer algo positivo. Nesse contexto, é importante distinguirmos o verdadeiro sentido do que é democracia. O repórter do Correio da Paraíba, o patoense Raniery Soares, reflete: Vivemos o que há de mais puro em relação ao sistema democrático e o grande problema é que muitas dessas pessoas que estiveram nas ruas no dia 15, não viveram intensamente a Ditadura Militar que vitimou inúmeras pessoas e, por muito pouco, não destruiu o nosso país.

Percebi que nessa manifestação há muitas pessoas sem a nítida noção do que é, de fato, um ato democrático, pois conduziam cartazes e faixas solicitando a volta do regime militar. Ora, é muita ingenuidade dessas pessoas, pois, se a Ditadura voltasse ninguém poderia sair às ruas para protestar, e sem falar que estes cartazes traziam dizeres que são inconstitucionais, como explica a Constituição no seu Art. 5°. “Constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático”. São atitudes assim que não corroboram com a democracia.

Contudo, é indiscutível que são justas e pertinentes as manifestações, de forma pacífica, como se constituiu a maioria delas. Com efeito, as causas dessas manifestações têm raízes profundas, diretamente, relacionadas a problemas na saúde, educação, segurança, habitação, saneamento básico, emprego e, ainda, a reforma política.  Desse modo, o viés partidário não deveria entrar no contexto, para não amesquinhar a luta da população brasileira. Em entrevista concedida ao Jornal Folha de São Paulo de (21), o ex-marido de Dilma Rousseff, o advogado Carlos Araújo, concordou com as manifestações. As razões para as pessoas protestarem são justas,” ratificou.

Nitidamente, a presidente Dilma tem perdido o norte do seu Governo. Mas almejamos que o Brasil retome o progresso, o  mais rápido possível. Permaneçamos, portanto, atentos se haverá avanços em relação àquilo que foi solicitado, por muitos brasileiros, nos protestos do dia (15), caso contrário, a democracia deverá voltar a ser exercida nas ruas do país, incansavelmente. Por Jordan Bezerra.

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Por Theodoro Vicente Agostinho.

Sempre no início de cada ano, em decorrência da antiga Lei Eloy Chaves, oficialmente, se comemora no dia 24 de janeiro o “dia do aposentado”.

Depois de tanto tempo dessa legislação há muito revogada, cabe à sociedade exercer a importante reflexão acerca das comemorações dessa data.

Sem dúvida alguma, não em apenas um dia essa geração construtora da atual sociedade deve ser lembrada, mas sim, premiada com uma autêntica política pública de efetiva proteção social, nos termos em que assim pensou a Constituição da República em seus diversos dispositivos.

É que a lei maior da nação contemplou a Previdência como um autêntico direito social, de statusconstitucional, demonstrando que a política previdenciária não deve ser desprezada ou mesmo barganhada no campo político, mas sim, habitualmente aprimorada para que o bem-estar de todos seja garantido por todos os atores sociais.

Assim, o aposentado, como um dos sujeitos que devem ser protegidos pela Previdência Social, sem dúvida alguma sempre foi a válvula-motriz do sistema, que encontra no trabalhador filiado o seu oxigênio.

Afinal, sem quem proteger, não há razão de existir da Previdência!

Historicamente, em nosso país, a Previdência Social sempre foi pauta importantíssima na condução política, onde o campo legislativo oscilou em reformas, alterações, de modo a atender o aposentado e ao mesmo tempo o Estado.

Porém, recentemente o que se vive é a onda preponderantemente econômica, que, infelizmente, virou a válvula-motriz do sistema Previdenciário, de modo que importantes conquistas do aposentado hoje estão sendo relativizadas a bem de uma unilateral política financeira governamental.

No apagar das luzes de 2014, o aposentado ganhou a reforma de conhecidos benefícios do pacote previdenciário, com drásticas mudanças, repentinas, em curtíssimo espaço de tempo e o pior, sem um debate amadurecido com o próprio aniversariante!

Duas medidas provisórias, publicadas em 30 de dezembro de 2014 inovaram o sistema, alterando o auxílio-doença e a pensão por morte de maneira substancial, dentro do conhecido sistema das medidas provisórias, que deveriam ser usadas tão somente com demonstração da urgência e relevância, o que não se viu em todo o conteúdo apresentado.

Evidente que o sistema precisa de mudanças, correção de injustiças, ajustes, controle de fraudes e diversos outros aspectos preponderantemente preventivos, mas isso não pode ser a tônica da empreitada, sob pena do aposentado não ser agraciado em nada em todos os seus aniversários.

E mais, sem debate algum, com o espírito totalmente econômico se pintou a necessidade via medida provisória das citadas mudanças, como se as aludidas medidas provisórias estivessem acima do bem ou do mal, passando como rolo compressor do sistema previdenciário.

Sem falar dos conhecidos atropelos realizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que também atacaram diretamente o dia-a-dia do aposentado, despremiado a cada momento.

No seu aniversário o aposentado deveria ser ouvido, realizar um discurso, agradecer os presentes, projetar mais um ano de vida, porém, pouco há que se comemorar.

Como técnica de proteção social a Previdência deve evoluir, se aprimorar, aperfeiçoar, tendo como foco a subjetividade do sistema, sem retroceder, mas dar guarida aos seus destinatários, sem atropelos, subtrações e surpresas, deslocando a econômica e o equilíbrio como pilares únicas e supremas do sistema, capaz, de agora, fazer com que o gestor público use o caminho da medida provisória como outra ferramenta de controle previdenciário absoluto, doa a quem doer.

Mais uma vez, no dia 24 de janeiro, com essa recepção em 2015, a vela do bolo sequer deve ser acesa!

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Carlos Prates, professor e escritor brumadense está lançando um novo livro em Brumado. Foto: Divulgação

a) Falta de atenção ao cliente. Esse é o mais comum e ele possui outras vertentes, tais como achar que o cliente não tem dinheiro ou não deseja comprar (é “caroço”), preconceito racial ou de classe, falta de concentração e conversas desnecessárias entre os vendedores e demais funcionários da loja;

b) Comunicação verbal e corporal inadequada. O mais comum é o vendedor falar demasiadamente e não ter a capacidade de ouvir e entender o que o cliente deseja. Ansiedade para fechar a venda, preguiça ou lentidão para atender ao cliente. Timidez ou não possuir a desenvoltura necessária para gerar empatia e conquistar o consumidor. A comunicação é a base das transações comerciais. O funcionário que não sabe  secomunicar terá inúmeras dificuldades para alcançar as suas metas;

c) Falta de cortesia e educação dos atendentes, vendedores e gerentes. Cortesia e educação são essenciais para conquistar e manter os clientes. Há pessoas que atendem com má vontade e isso é externado no seu tom de voz, semblante e na forma de caminhar. Se o gerente for do tipo mal educado e grosseiro, a tendência é que uma grande quantidade de colegas da equipe copie o seu modo de agir. Normalmente, agimos conforme os nossos líderes; 

d) O mix de produtos está inadequado ao público-alvo ou há falta de produtos. Às vezes a loja não consegue vender porque os produtos não são adequados às necessidades dos clientes ou o sistema de estoque está com falhas;

e) O atendimento telefônico é ruim. Esse talvez seja um dos pontos mais fracos das lojas, pois o atendimento por telefone costuma ser negligenciado pela gerência e também por muitos funcionários. Se o cliente for até a loja ele não “terá a porta batida em seu rosto”. Porém, pelo telefone, é comum não ser atendido ou chegar ao cúmulo de um funcionário “derrubar” a ligação para não atendê-lo. Junto a tudo isso, há uma má vontade quase generalizada em atender ao telefone, bem como a falta de conhecimentos técnicos para um serviço de excelência.  

f) Outros motivos. Há vários tipos de erros e a melhor maneira de identificar quais são é estar atento ao comportamento dos atendentes, vendedores e clientes. Esta é uma das principais funções do gerente da loja e demais colaboradores. Além disso, deve-serealizar pesquisas formais e informais junto aos clientes.

Fique atento as suas ações e também as dos colegas, na hora do atendimento e nas vendas. Corrija o mais rapidamente possível os eventuais equívocos, antes que a sua loja perca mais um cliente.

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16-12-2014 | 10h33min
Sonhar é preciso!


Por: Jordan Bezerra

As pessoas sonham todos os dias, isso é fato. Assim, em meio a essa constância, desejo me ater no tema: “sonho”, no que diz respeito ao desejo conquistar, à necessidade de ter metas, objetivos e projetos de vida, já que a palavra sonho é bem complexa e tem vários sentidos. O escritor inglês William Skakespeare (1564), disse algo muito pertinente sobre esse assunto. “Nós somos feitos do mesmo tecido de que são feitos os sonhos. Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você”. A propósito, você tem sonho?  Por que precisamos sonhar? 

O sonho é o oxigênio para nossas conquistas. Sonhar é essencial para a vida do ser o humano, já que nos mantém cheios de vida, cheios de esperança, cheios de brio.  De fato, os sonhos nos fazem muito bem. Desse modo, é preciso cultivá-los, a cada dia, sendo estes de caráter pessoal, como faculdade, emprego, casamento, filho, a escrita de um livro, ou a compra de uma fazenda ou de um carro, entre outros.

O filósofo, psiquiatra e professor, o italiano Mauro Mendonça, que participou da 22° Bienal do Livro de São Paulo, em 2012, falou: “O tempo só escraviza quem não sonha.” O professor diz algo extremamente admirável. A importância do sonho é vital na vida da humanidade. Com efeito, quem não sonha torna-se escravo de si mesmo, torna-se também deprimido e derrotado, uma vez que, sem metas, as pessoas ficam acomodadas e, de certo modo, vulneráveis a qualquer angústia do dia a dia. Portanto, é imprescindível confiar em si mesmo e ir à luta, pois, sem batalha, não existirá vitória.

Como diz o trecho da canção “Toda forma de amor”, de Lulu Santos: “Eu não nasci pra perder”. Consequentemente, não podemos perder a capacidade de sonhar. O prazer da conquista é indescritível e quanto maior for seu sacrifício, maior será o sabor da vitória.  Não deixe a mediocridade habitar em você, seja firme e perseverante. Busque seu protagonismo na história. Nunca abandone seu sonho. Ele será a bússola que indicará o caminho certo, aonde você quer chegar. Quem sonha deseja conquistar. Vamos à luta, com fé em Deus e na vida. Sonhe e conquiste sua liberdade peremptoriamente.

Deus abençoe a todos!  

Por: Jordan Bezerra

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