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O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira (14) o corte, em um prazo de dois meses, dos salários de 1,1 mil servidores da Câmara Federal, superiores ao limite legal de R$ 28 mil por mês. A maioria do plenário seguiu o voto do relator Raimundo Carreiro, que determinou o tempo para a correção das irregularidades. O ministro Walton Alencar sugeriu a determinação de devolução dos valores recebidos a mais pelos servidores, mas a proposta não foi aceita pelo tribunal. Os auditores propuseram cobrar os valores pagos a mais nos últimos cinco anos, proposta recusada por Carreiro. “Considero não ser cabível a cobrança, em razão da presença da boa-fé dos servidores”, diz o relatório. O prejuízo total com os chamados supersalários na Câmara chega a R$ 517 milhões por ano. Segundo auditores do TCU, 18,75% dos gastos com pessoal na Casa estavam irregulares. Os supersalários do Senado e a acumulação ilegal de cargos que resulta em vencimentos superiores ao limite legal não foram julgados. Informações do Congresso em Foco.

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