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O prefeito de Salvador, Bruno Reis, utilizou as redes sociais nesta quarta-feira (07) para celebrar a decisão do União Brasil de apoia a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A posição do partido foi formalizada pela federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.
Em uma publicação no Instagram, Bruno apareceu ao lado de Flávio Bolsonaro e afirmou que seguirá a orientação do partido durante a segunda etapa da disputa presidencial.
“O Brasil precisa mudar. E, para a gente mudar a Bahia, primeiro precisamos começar mudando o nosso país”, escreveu o prefeito.
Na publicação, Bruno Reis também destacou que o União Brasil “fechou questão” em torno do apoio ao candidato do PL e afirmou que estará junto do partido e do grupo político na campanha.
“E eu estarei, como sempre estive, junto com o meu partido e com o nosso grupo político. Na Bahia, vamos estar motivados e mobilizados, trabalhando ao lado de ACM Neto e de tantas lideranças que acreditam que chegou a hora de construir um novo caminho para o nosso país”, acrescentou.

A nomeação da companheira do prefeito para o cargo de secretária municipal de Ação e Desenvolvimento Social sem a devida qualificação técnica levou o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) a expedir uma recomendação formal ao município de Barra do Rocha. A medida visa anular o provimento e barrar a possível prática de nepotismo mediante desvio de finalidade na gestão pública local.
A apuração conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça de Ipiaú revelou que o prefeito José Luiz Franco Ramos Costa, conhecido como Dr. José Luiz (PDT), nomeou sua companheira, Vanessa Sampaio Fonseca, via Decreto Municipal nº 1.516/2025. O liame de união estável foi confirmado pela própria Procuradoria Jurídica do Município.
No entanto, os registros acadêmicos comprovaram que a nomeada possui graduação exclusiva em Medicina Veterinária, sem qualquer formação técnica, experiência prévia ou histórico de atuação na gestão do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A Justiça Eleitoral manteve o reconhecimento de uma conduta vedada em publicação da Prefeitura de Mirangaba (BA). Sobre o início das obras de pavimentação da BA-144, entre Mirangaba e o distrito de Nuguaçu, mas reduziu a multa aplicada ao prefeito de R$ 10 mil para R$ 5.320,50.
A decisão considerou irregular a divulgação feita durante o período de três meses que antecede as eleições. Segundo o voto, as publicações exibiam marcas institucionais, faziam menção ao governador Jerônimo Rodrigues (PT). Candidato à reeleição e utilizavam a expressão “Prometeu/Cumpriu”.
O material foi divulgado em redes sociais da Prefeitura de Mirangaba e também em perfil pessoal do prefeito Dirceu Mendes Ribeiro. Para a Justiça Eleitoral, a publicação ultrapassou o caráter informativo de uma comunicação administrativa e acabou associando a obra estadual à candidatura de Jerônimo.
O caso foi analisado em recurso apresentado pela defesa, que questionou, entre outros pontos, a validade das capturas de tela utilizadas como prova e alegou que o prefeito não disputava nenhum cargo nas eleições de 2026.

A imprensa internacional repercutiu, nesta segunda-feira (05), o resultado do primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, marcado pela vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo desempenho do candidato de direita acima das expectativas das pesquisas.
A Reuters destacou que Flávio terminou a primeira etapa com cerca de 47% dos votos válidos, contra aproximadamente 45% de Lula, e chamou atenção para o fato de o resultado ter superado as projeções que indicavam vantagem do atual presidente. A agência também apontou uma reação positiva dos mercados financeiros após o desempenho do candidato.

Uma decisão judicial proferida pela comarca de Belo Campo determinou que a prefeitura do município realize um novo concurso público para regularizar o quadro de pessoal e substituir centenas de trabalhadores temporários.
A medida atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), por meio do promotor de Justiça Vladimir Campos, que denunciou o uso abusivo e prolongado de contratos contrários à regra constitucional do concurso público na cidade, que não realiza seleções efetivas desde 2005.

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), fechou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República no segundo turno das eleições. A aliança foi decidida nesta terça-feira (6), em Brasília, em uma reunião que contou com a participação de lideranças da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.
No primeiro turno, Neto declarou apoio à candidatura do amigo Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás. A ideia do então candidato ao governo da Bahia era se afastar de Flávio, para garantir votos de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Após ver sua estratégia ser derrotado nas urnas, Neto sinalizou, na noite de domingo (4), que sua próxima missão seria ajudar a derrotar Lula no segundo turno. “Temos a convicção de que, para mudar a Bahia, vai ser preciso primeiro mudar o Brasil”, declarou naquela oportunidade.
Agora, ACM Neto deve oferecer sua estrutura partidária e econômica para realizar a campanha de Flávio Bolsonaro na Bahia. O grupo já trabalha, inclusive, para receber o candidato do PL para um ato eleitoral em Salvador.

O estado da Bahia teve apenas quatro municípios que escolheram o candidato Flávio Bolsonaro (PL) como presidente do Brasil. Apesar de o número ser pequeno em comparação com a quantidade de cidades que o estado tem – 417 ao todo – o resultado é o dobro do registrado em 2022.
Luís Eduardo Magalhães (LEM), Buerarema, Itamaraju e Teixeira de Freitas foram os únicos que votaram mais em Bolsonaro do que no atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Da lista, Luís Eduardo Magalhães e Buerarema repetiram o voto bolsonarista no primeiro turno de 2022, quando Lula concorreu contra o pai de Flávio Bolsonaro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Juntos, os quatro municípios registraram 99.327 votos no senador Flávio Bolsonaro. Em todo o estado, foram 5.664.771 (66,17%) votos para Lula e 2.442.585 (28,53%) votos para Bolsonaro.

Após o primeiro turno das eleições deste domingo (04), o Partido Liberal (PL) aparece como o partido com maior número de governos estaduais, com cinco estados. Na sequência, o PSD soma quatro governadores, enquanto PT e Republicanos aparecem empatados, com três estados cada. O cenário, porém, ainda pode ser alterado devido o segundo turno que detém sete estados em aberto.
Sete estados ainda não definiram seus próximos governadores e terão a disputa decidida no segundo turno. Além dos partidos que lideram o levantamento, PP possui dois governos, enquanto Podemos, MDB e PSDB contam com um estado cada. Dessa forma, o resultado final das eleições poderá modificar a atual distribuição das administrações estaduais entre as legendas.
Apesar de o PL liderar o número de governos estaduais, o cenário pode ser diferente quando são considerados os partidos aliados ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O MDB, que se posiciona no centro do espectro político, mantém alianças com o PT em diferentes estados. Na Bahia, por exemplo, o vice-governador Geraldo Júnior é filiado ao MDB e integra a chapa do governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT). Apesar disso Michel Temer declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL), é necessário analisar cada pessoa no caro para entender o apoio em cada estado.

O Supremo Tribunal Federal (STF) passará por uma reconfiguração decisiva ao longo do próximo mandato presidencial. Com uma cadeira vaga aberta desde a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, somada à rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado em abril de 2026, e as aposentadorias compulsórias de Luiz Fux (2028), Cármen Lúcia (2029) e Gilmar Mendes (2030), o próximo chefe do Poder Executivo terá a prerrogativa de indicar até quatro nomes, renovando mais de um terço da mais alta Corte do país.
Em análise sobre os cenários prospectivos, o especialista em risco geopolítico e analista de política internacional Felippe Ramos detalha os impactos institucionais e o desenho de forças entre o Planalto, o Congresso e a Suprema Corte diante de eventuais vitórias de Flávio Bolsonaro ou de Luiz Inácio Lula da Silva.

A Bahia definiu, neste domingo (04), os 63 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) a partir de 2027. Os parlamentares foram eleitos para um mandato de quatro anos.
A presidente da ALBA, Ivana Bastos (PSD), foi a deputada estadual mais votada nas eleições de 2026, com 197.753 votos. Na segunda colocação ficou Diego Castro (PL), que recebeu 158.051 votos.
O PSD elegeu a maior bancada, com nove deputados. Na sequência, a federação formada por União Brasil e Progressistas conquistou oito cadeiras, enquanto o PL ficou com sete.